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Quais as áreas de atuação de uma assistente social?

O papel de uma assistente social é apoiar e restaurar o funcionamento social da pessoa, a fim de promover o seu desenvolvimento ideal em interação com o seu ambiente. Para isso, realizam uma avaliação, determinam um plano de intervenção e asseguram a sua implementação. 

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Serviço social: saiba tudo sobre o curso e a carreira

Quando encontrar uma assistente social?

Normalmente entramos na vida das pessoas quando elas estão passando por um problema situacional. Quer se trate de um momento de desequilíbrio ou de crise, os assistentes sociais permitem-lhe dar um passo atrás na situação. 

Desde a primeira reunião, coletamos informações que nos permitirão um olhar crítico sobre o assunto. E assim, somos capazes de sugerir soluções possíveis rapidamente. Muitas vezes, algumas reuniões são suficientes.

Como um problema às vezes pode ser complexo, é importante cercar-se bem. Nosso trabalho também é confiar você a outros profissionais ou organizações, se necessário. Também desempenhamos o papel de facilitadores com os diferentes atores envolvidos.

Áreas de atuação

O trabalho social é normalmente dividido em quatro áreas principais de intervenção: assistência social, educação especial, animação e assistência domiciliar. O diploma de serviço social definido pelo ministério responsável pelos assuntos sociais permite identificar cerca de quinze profissões e qualificações de serviço social que abrangem um amplo leque de qualificações: 

  • assistente social, 
  • assistência médico-psicológica, 
  • professor-educador, 
  • técnico de intervenção social e familiar,
  • educador técnico especializado, 
  • educador de crianças pequenas, 
  • educador especializado, 
  • assistente de serviço social, 
  • conselheiro de economia social familiar, 
  • mediador familiar
  • funções de supervisão,
  • gerente de unidade de intervenção social,
  • engenharia social.

Esse espectro muito amplo da profissão pode ser classificado em três famílias principais, segundo Élisabeth Maurel (2000):

  • trabalhos de presença social: trabalhos de acolhimento ligados a equipamentos sociais, trabalhos de rua (por exemplo, mediação com os habitantes de um bairro);
  • as profissões de organização social, ou seja, todas aquelas caracterizadas pela ausência de intervenção operacional direta ou de relação individual de atendimento a um público de usuários;
  • Trabalhos de intervenção direta: no contato direto com o usuário, com o objetivo de transformar a situação e solucionar problemas.

Nas últimas décadas, o número de assistentes sociais tem crescido continuamente. Entre 1985 e 2006, o número de alunos nas profissões sociais mais que dobrou: de 20 mil para 55 mil, grande parte desse aumento pode ser explicado pelo desenvolvimento de cursos de formação para preparar as pessoas para as profissões de ajuda. 

Quanto à assistente médico-psicológico e social: 24% dos alunos pretendem trabalhar como educador especializado, 17% como assistente médico-psicológico e 15% como assistente social.

Segundo o ministério responsável pelos assuntos sociais, existem cerca de 800 mil assistentes sociais, ao serviço das autarquias locais, do Estado, dos organismos de protecção social e das associações. 

Além disso, algumas dessas profissões ainda são amplamente feminizadas, com taxas de emprego para mulheres variando de 63% em ofícios de educação especial (que incluem educadores especiais, instrutores-educadores, educadores crianças pequenas, educadores técnicos especializados) para 95% nas profissões de assistência social (assistente social), ou mesmo 100% no caso de auxiliares de família ou famílias substitutas.

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O que é ser uma assistente social?

Ser assistente social representa uma identidade profissional, mas o termo não abrange somente o título de uma profissão específica; de fato os assistentes sociais podem ser educadores de diferentes tipos (educadores especializados, crianças pequenas, educadores, trabalhadores jovens, etc.), animadores (muitas qualificações, nomes coexistem), conselheiros de economia social e familiar, assistentes sociais, etc.

Ao lado dessas profissões, dessas famílias de profissões, pode-se dizer, há muitas outras que estão de fato vinculadas ao mesmo campo de atividade. Além disso, as identidades profissionais são apagadas, desbotadas; muitas “atuações” estão aparecendo na profissão e muitas vezes novas políticas sociais,

Ao mesmo tempo, quando as fronteiras entre profissões e qualificações estão se confundindo (conhecemos muitos educadores de crianças que trabalham como educadores especializados; muitos psicólogos também trabalham como educadores) e vemos o surgimento de tantos novos diplomas (diplomas universitários: licenças, mestrado), à medida que novos títulos (intervenção social, política da cidade, etc.), as coisas se complicam.

Muitos professores nos últimos anos reclamaram por meio de livros, movimentos de opinião, que seu trabalho correria o risco de cair no “social”. Alguns afirmam que a profissão de professor surge apenas da transmissão, e não da educação. Para essas pessoas, “fazer algo social” aparece então como uma degradação de sua própria atividade. No entanto, eles testemunham com sua negação que a fronteira é obviamente impossível de estabelecer entre essas duas atividades humanas que são “educar” e “transmitir”. Ninguém pode transmitir sem educar; assim como ninguém pode educar sem transmitir algo.

Importância de assistência social

O trabalho social facilmente interrompe o que geralmente é concebido como a diferença entre as habilidades informais, que são ditas amadoras, e as habilidades especializadas, que são consideradas profissionalismo. Os assistentes sociais trabalham com “o que são”, concretizando relações que os impactam tanto como indivíduos quanto como profissionais. Se, na maioria dos locais de trabalho, a dimensão da afetividade geralmente não é levada em consideração, no campo do serviço social ela é central.